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Para construir uma economia “verde” capaz de assegurar a provisão de serviços ecológicos, é necessário resolver previamente os problemas da impossibilidade de apropriação dos serviços ambientais, e da utilização de uma métrica que viabilize a contabilização dos benefícios colectivos.

Recorrendo a uma métrica global já amplamente testada, o hectare global, partindo do conhecimento do débito (Pegada Ecológica) e do crédito (Biocapacidade) de um território, obtemos dessa diferença o EcoSaldo em hectares globais.  

Do lado da oferta, queremos perceber quanto custa oferecer o serviço, e esta informação deve ser um factor base na determinação do preço no lado da procura. Esta conversão numa base monetária através do custo de provisão, permitirá o “acerto de contas” que pode garantir a manutenção dos serviços vitais, e é o elemento impulsionador base de toda a organização da vizinhança global.

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