Histórico

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Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Uma Associação com História

A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, foi fundada a 31 de Outubro de 1985.

É uma associação independente, apartidária, de âmbito nacional, sem fins lucrativos e constituída por cidadãos que se juntaram em torno do mesmo interesse pela conservação da natureza e dos recursos naturais e na defesa do ambiente em geral, numa perspetiva de desenvolvimento sustentado.

A associação designa-se Quercus, por serem os Carvalhos, as Azinheiras e os Sobreiros (cuja designação comum em latim é Quercus) as árvores caraterísticas dos ecossistemas florestais mais evoluídos que cobriam Portugal e de que restam, atualmente, apenas relíquias muito degradadas.

Desde a sua fundação, a Quercus tem vindo a ocupar na sociedade portuguesa um lugar, simultaneamente irreverente e construtivo, da defesa das múltiplas causas da natureza
e do ambiente.

Este estatuto foi progressivamente conquistado através de uma conduta atenta ao real, sem perder o ponto de referência fundamental dos princípios, nem se afastar das necessidades de complementar a denúncia crítica com o esforço para a construção de consensos na sociedade portuguesa, sem os quais nenhum modelo efetivo de desenvolvimento sustentável será possível.

Uma das características da Quercus é a sua descentralização. De facto, existem Núcleos regionais da Quercus espalhados um pouco por todo o país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Em 1992, a associação recebeu o Prémio Global 500 das Nações Unidas e o título de membro honorário da Ordem do Infante D. Henrique, atribuído pelo Senhor Presidente da República, Dr. Mário Soares.

No dia 5 de Junho de 2007 , Dia Mundial do Ambiente, a QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza, em parceria com a Universidade de Coimbra, a ELSA – European Law Student Association, realizou-se o lançamento do livro editado pela Almedina: “O CONDOMÍNIO DA TERRA – Das Alterações Climáticas a uma Nova Concepção Jurídica do Planeta”, da autoria de Paulo Magalhães.

Após o lançamento do livro, iniciamos um período de preparação da primeira conferência, que teve lugar nos dias 4 e 5 de Julho de 2009 em Gaia. O 1º Fórum internacional do Condomínio da Terra – Gaia Commitment, reuniu especialistas e personalidades nacionais e internacionais em volta da organização da vizinhança global, além de várias centenas de participantes.

Na sequência desta conferência, sobre o quadro conceptual de conciliação do interesse individual com o interesse coletivo desenhado pelo modelo do condomínio, iniciamos um trabalho de concretização de uma proposta para a criação de um suporte jurídico global para uma governança global, e de um sistema de contabilidade e de compensações (EcoSaldo) para uma Economia Verde e Humana. De forma criativa cruzamos as ciências jurídicas, económicas e da Terra. Em sete passos propomos um percurso  de harmonização dos  sistemas jurídico, económico e ambiental e assim organizarmos a profunda interdependência em que estamos envolvidos.

  
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